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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Um livro, três histórias...

A visita da escritora Ana Maria Magalhães foi pretexto para as turmas de 5º ano realizarem a ilustração do livro "Três fábulas" que tinham estudado ao longo deste período.


 
 
Ficam aqui alguns momentos que mostram a criatividade e a interpretação plástica por parte das turmas.
 

 
 
O 5º B elaborou também pequenos textos de opinião sobre a obra:
 
A história "A Cegonha e a Tartaruga" é muito bonita porque a cegonha pensava que sabia tudo, só que a tartaruga sabia mais, uma vez que ia à sua biblioteca ler livros.
A minha personagem preferida é a cegonha porque é fascinante pensar que já viu o mundo inteiro sem gastar dinheiro em bilhetes de avião. Mas a tartaruga também é uma personagem muito engraçada, porque tinha uma biblioteca só dela onde podia ler livros quando quisesse e à hora que lhe apetecesse.
 
     Marta Nunes, nº 15
 
Eu escolhi a fábula "A Cegonha e a Tartaruga" porque foi a que achei mais engraçada.
É muito interessante e, para mim, das duas personagens intervenientes, a que mais gostei foi a tartaruga porque era calma, discreta, simples e simpática enquanto a cegonha era gabarola, irritadiça, invejosa e tinha a mania que era melhor do que as outras pessoas.
 
      Inês Simões, nº 9
 
A fábula "A Ursa e o Mensageiro dos Deuses" foi a que gostei mais. Conta a história de uns ursos que viviam felizes num tempo calmo até que, um dia, um mensageiro informou que ia haver um degelo e que eles teriam de partir para longe. Os ursos estavam todos tristes por terem de abandonar o seu habitat; à exceção de uma ursa que se recusava a ir embora e quis lá ficar a viver para sempre.
Este foi o melhor livro de fábulas que li até hoje. Imaginei-me a viver estas histórias...
 
    Leonardo Antunes, nº 12


domingo, 22 de abril de 2012

Concurso Nacional de Leitura - fase distrital

Leitura com sabor a mar...

No dia 16 de Abril, decorreu na Biblioteca Municipal da Nazaré, a 2ª fase do Concurso Nacional de Leitura. Acompanhadas pelas professoras Isabel Mota e Lúcia Vitorino, as alunas que representaram a escola deslocaram-se a esta localidade  para participar empenhadamente nesta eliminatória.
Apesar de uma boa preparação prévia, não foi ainda este ano que se passou última fase do concurso. Quem sabe no próximo ano?
Entretanto, no intervalo das provas, houve ainda tempo para ver o mar...


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Concurso Nacional de Leitura - fase distrital

A 2ª fase do Concurso Nacional de Leitura decorrerá na Biblioteca Municipal da Nazaré no dia 16 de abril, a partir das 14 horas.
Foram selecionadas as seguintes obras:

3º ciclo:




Há espaços que são sempre nossos. E quem os habita, habita também em nós. Falamos da nossa rua, desse lugar que nos acompanha pela vida. A rua como espaço de descoberta, alegria, tristeza e amizade. Os da minha rua tem nas suas páginas tudo isso.








O Velho e o Mar é, porventura, a obra-prima de maturidade de Hemingway.

Santiago, um velho pescador cubano está quase há três meses sem conseguir pescar um único peixe. Vai então bater-se, durante quatro dias, com um enorme espadarte que conseguirá de facto capturar para logo o ver devorado por um grupo de tubarões.

Esta aventura poética, onde o autor retrata, uma vez mais, a capacidade do homem para fazer face e superar com sucesso os dramas e as dificuldades da vida real é uma das suas obras mais comoventes e aquela que mais entusiasmo tem suscitado, ao longo de mais de meio século, entre os seus leitores.



Ensino Secundário:

Em meados do século XVI, o rei D. João III oferece a seu primo, o arquiduque Maximiliano da Áustria, genro do imperador Carlos V, um elefante indiano que há dois anos se encontrava em Belém, vindo da Índia.

Do facto histórico que foi essa oferta não abundam os testemunhos. Mas há alguns.  Com base nesses escassos elementos e, sobretudo, com uma poderosa imaginação de ficcionista, José Saramago coloca nas mãos dos leitores esta obra excecional que é a Viagem do Elefante.






Capitães da Areia é o livro de Jorge Amado mais vendido em todo o mundo. O autor descreve , em páginas carregadas de beleza, dramatismo e lirismo, a vida dos meninos abandonados nas ruas de Salvador.

Dividido em três partes, o livro atinge o clímax no capítulo "Canção da Bahia, Canção da Liberdade", em que é narrada a emocionante despedida de um dos personagens da hstória que se afasta dos seus queridos Capitães da Areia "na moita misteriosa das macumbas, enquanto os atabaques ressoam como clarins de guerra".

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Semana da Leitura IV

Momentos de poesia...

Como dizer e sentir a poesia, foi o tema de uma sessão orientada pelo professor Pedro Devesa na Biblioteca Escolar integrada na Semana da Leitura, dirigida aos alunos do 10º ano.
O tom de voz, a intensidade e a expressividade dão cor ao texto, movimentos, sensações. Foi um prazer!



À mesma hora, em toda a escola, estava a decorrer a Estafeta da Poesia. Cada turma oferecia a outra um poema escolhido e lia-o com animação e alegria mostrando que a poesia pode ser também uma festa.






E a festa continuou no dia 21, Dia Mundial da Poesia, quando todas as turmas se empenharam em participar no Concurso de Declamação de Poesia.


Urgentemente
É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.

E urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
                                 Eugénio de Andrade



Amar!
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui... além...
Mais este e aquele, o outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
                                                       Florbela Espanca


Ler, sentir e pintar... porque a poesia é arte e a pintura também... e as fronteiras são ténues...
                                                                                     11º A   
                                                                                   22/03/12
                        



[...]
"Amigo é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
Amigo vai ser, é já uma grande festa!"
Alexandre O'Neill


terça-feira, 3 de abril de 2012

Semana da Leitura II

Histórias de se tirar o chapéu...

Na semana de 5 a 9 de março, os alunos do 2º ciclo estiveram na Biblioteca Escolar para ouvirem e trabalharem histórias onde um chapéu tinha um relevo especial. Isto, porque na Biblioteca Municipal estava patente uma exposição de ilustração interessantíssima intitulada "Histórias de se lhe tirar o chapéu" e que constituiu motivo para uma visita guiada.

Então, na BE foi assim:

  • O 6º B explorou a história "O Pirata das Ilhas da Bruma" de Mariana Bradford, Mariana Magalhães e Joana Medeiros, consultando o sítio da Biblioteca Digital do PNL.




  • O 5º A e o 5º B escolheram "O Gato da Botas" de Charles Perrault e, antes de realizarem uma pesquisa sobre o autor, encantaram-se com algumas cenas do filme.
          Ora vejam o trailer em português:


  • O 5º C e o 6º A dramatizaram o conto "O Principe com Orelhas de Burro" e mostraram como fazer teatro é bem divertido.



  • O 6º C optou por ler um capítulo de uma obra que é já um clássico: Harry Potter e a Pedra Filosofal de J. K. Rowling. 
         Capítulo VII - O Chapéu selecionador
[...]
" A última coisa que ele viu, quando o chapéu lhe tombou para os olhos, foi o Salão cheio de gente a estender o pescoço para conseguir observá-lo bem. No momento a seguir estava a olhar para a escuridão dentro do chapéu. À espera.
- Hum... - disse uma vozinha ao seu ouvido. - Difícil, muito difícil. Cheio de coragem, estou a ver. Inteligente também. Talento, sim, e uma ânsia de afirmação. Ora, onde é que te vou pôr?" [...]



Leituras, leituras...

O 6º B, durante o mês de fevereiro, passou algumas horas na BE enquanto esperava a substituição de um professor. Então, resolveu visitar um lugar especial descrito pela escritora Sophia de Mello Breyner Andersen.
E a história começa assim...

   "Era uma vez um jardim maravilhoso, cheio de grandes tílias, bétulas, carvalhos, magnólias e plátanos.
    Havia nele roseirais, jardins de buxo e pomares. E ruas muito compridas, entre muros de camélias talhadas. [...]"



Como a história anunciava a primavera e as personagens se revelavam surpreendentemente humanas, todos tiveram curiosidade em procurar saber quem eram as flores que se pareciam tanto com as pessoas.






"Ora um dia naquele jardim nasceu um gladíolo ainda mais mundano do que todos os outros gladíolos." 
muguet


"A Flor du Muguet, branca e pequenina, leve como a brisa, dançava todas as danças. E as suas campânulas baloiçavam perfumando a noite.
- Se eu fosse flor - dizia Florinda - queria ser a Flor du Muguet e estar escondida na erva dentro de duas folhas verdes."





" E no fim da terceira dança a Tulipa chegou.
Vinha linda, alta e direita, com o seu vestido amarelo todo liso e brilhante."




Mas, nesta história, também há pessoas...



"- Não tenhas medo. Eu tomo conta de ti - disse ao lado dela uma voz.
Florinda voltou-se e viu um rapaz alto, lindo e verde.
- Ah! disse ela. És o Rapaz de Bronze. Eu pensava que tu não sabias falar, pensava que eras uma estátua. [...]
- O teu lugar é ali - disse o Rapaz de Bronze mostrando-lhe a jarra de pedra.
- Ali, porquê? - perguntou ela.
- Porque pareces uma flor."


E, para terminar o trabalho,  todos deram largas à sua criatividade e criaram o seu jardim maravilhoso. Parabéns!