- Quanto as coisas boas são as que não se esperam...
- Para compreender a nossa vida e o mundo em que vivemos...
- Um livro sobre autonomia e sobre a inquebrável ligação entre pais e filhos...
- Quando a esperança se transforma em felicidade...

Blogue da Biblioteca - Escola Básica e Secundária Dr. Manuel Ribeiro Ferreira

Ainda e sempre...
De
quantas graças tinha, a Natureza
fez um belo e riquíssimo tesouro;
e com rubis e rosas, neve e ouro,
Formou sublime e angélica beleza.
Pôs na boca os rubis, e na
pureza
do belo rosto as rosas, por quem mouro;
no cabelo o valor do metal louro;
no peito a neve em que a alma tenho acesa.
Mas nos olhos mostrou quanto
podia,
e fez deles um sol, onde se apura
a luz mais clara que a do claro dia.
Enfim, Senhora, em vossa
compostura
ela a apurar chegou quanto sabia
de ouro, rosas, rubis, neve e luz pura.
Luís de Camões
Mas lembremos a primavera...
Abre-te, Primavera!
Tenho um poema à espera
Do teu sorriso.
Um poema indeciso
Entre a coragem e a covardia.
Um poema de lírica alegria
Refreada,
A temer ser tardia
E ser antecipada.
Dantes, nascias
Quando eu te anunciava.
Cantava,
E no meu canto acontecias
Como o tempo depois te confirmava.
Cada verso era a flor que prometias
No futuro sonhado…
Agora, a lei é outra: principias,
E só então eu canto confiado.
Assinala-se hoje
o Dia Mundial da Saúde Oral, data que visa sensibilizar para a importância da
saúde oral em todas as fases da vida e para o desenvolvimento de hábitos
corretos de higiene oral, alimentação e vigilância adequada.
Este ano, a Federação Dentária Internacional
(FDI) lançou o tema ‘Uma boca saudável… uma vida feliz’, recordando a
relação direta que existe entre a saúde oral e o bem-estar e a saúde em geral.
As doenças orais
encontram-se entre as doenças crónicas mais comuns a nível mundial. Noventa por
cento da população mundial está em risco de algum tipo de distúrbio a nível
oral, desde lesões de cárie a doenças peridontais a cancro oral.
Para o Pai, um poema...
Para o Pai, um postal com uma mensagem...
Para o Pai, um livro...
Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco nasceu em Lisboa a 16 de março de 1825 e morreu em São Miguel de Seide, Famalicão, a 1 de junho de 1890.
Requisita na Biblioteca Escolar uma das seguintes obras do autor:
Com este dia, a ONU pretende homenagear as mulheres de todas as nações, que viram o seu papel na sociedade menorizado e os seus direitos violados por terem nascido mulheres e que lutaram por direitos de cidadania, iguais aos direitos reconhecidos aos homens.
O Dia da Mulher foi celebrado pela primeira vez em 1911. Foi a iniciativa de Clara Zetkin, aprovada no congresso internacional das mulheres na Internacional Socialista em 1910. Nos primeiros anos foi celebrado em dias diferentes, mas sempre em Março, a 19 e a 25, dependendo dos diferentes contextos ou países. Após a greve das operárias russas, a 8 de Março de 1917, que marcou o início da Revolução Russa, passou a ser celebrado a 8 de Março.
A Organização das Nações
Unidas instituiu oficialmente esta data como Dia Internacional da Mulher em
1975.
https://plataformamulheres.org.pt/artigos/temas/dia-internacional-das-mulheres/
Histórias de mulheres extraordinárias...
Amor e poesia...
Sugestões de leitura...E ainda, a origem...
A história do Dia de São Valentim
remonta ao século III d.C. O Imperador romano Cláudio II proibiu os casamentos,
pois acreditava que os combatentes solteiros tinham melhor desempenho nas
batalhas.
Um bispo da época, de nome Valentim,
desrespeitou este decreto imperial, realizando casamentos. O segredo foi
descoberto e Valentim foi preso, torturado e condenado à morte.
Executado no dia 14 de fevereiro do ano
de 269, a data deu origem ao “dia dos namorados”.
Antes de morrer, porém, Valentim
conseguiu enviar e receber algumas cartas ainda na cela, o que originou a troca
de cartões, os chamados "valentines".
Segunda a lenda, enquanto estava preso,
Valentim ter-se-ia apaixonado pela filha do carcereiro que era cega e, por
milagre, a moça ficou curada da cegueira.
Uma das vozes
mais consagradas da literatura portuguesa contemporânea, autora de romances,
contos, ensaios, poesia e crónicas, Lídia Jorge, de 79 anos, é a vencedora da
edição deste ano do Prémio Pessoa.
Escrever
sobre a mulher, a guerra colonial e a memória histórica, com obras como O Dia
dos Prodígios, A Costa dos Murmúrios e Misericórdia, valeu a Lídia Jorge
diversos prémios em Portugal e no estrangeiro.
Autora de grande prestígio internacional, ocupa um lugar de
destaque na ficção portuguesa contemporânea. As suas obras estão traduzidas em
muitos países, como França, Alemanha, Holanda, Itália e Estados Unidos.
Lídia Jorge nasceu em
Boliqueime, no Algarve, e estudou em Faro, no Liceu Nacional, onde começou a
ganhar gosto pelas letras e pelo teatro.
Mais
tarde mudou-se para Lisboa e licenciou-se em Filologia Românica, foi professora
em vários pontos do país, em Angola e Moçambique. Viveu os anos mais
conturbados da Guerra Colonial em África. A passagem pelo continente africano
foi um dos grandes contributos para a sua criação literária.
Já
na década de 90 deu aulas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi
também membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social e fez parte do
Conselho Geral da Universidade do Algarve.
Em
2021, foi nomeada pelo Presidente da República para o Conselho de Estado.
Fonte: https://sicnoticias.pt/cultura/2025-12-11-video-escritora-lidia-jorge-vence-premio-pessoa-2025-ed236946
Para ler na Biblioteca Escolar: