Para o Pai, um poema...
Para o Pai, um postal com uma mensagem...
Para o Pai, um livro...
Para o pai, outro livro...
Requisita-os na Biblioteca Escolar!
Blogue da Biblioteca - Escola Básica e Secundária Dr. Manuel Ribeiro Ferreira
Para o Pai, um poema...
Para o Pai, um postal com uma mensagem...
Para o Pai, um livro...
Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco nasceu em Lisboa a 16 de março de 1825 e morreu em São Miguel de Seide, Famalicão, a 1 de junho de 1890.
Requisita na Biblioteca Escolar uma das seguintes obras do autor:
Com este dia, a ONU pretende homenagear as mulheres de todas as nações, que viram o seu papel na sociedade menorizado e os seus direitos violados por terem nascido mulheres e que lutaram por direitos de cidadania, iguais aos direitos reconhecidos aos homens.
O Dia da Mulher foi celebrado pela primeira vez em 1911. Foi a iniciativa de Clara Zetkin, aprovada no congresso internacional das mulheres na Internacional Socialista em 1910. Nos primeiros anos foi celebrado em dias diferentes, mas sempre em Março, a 19 e a 25, dependendo dos diferentes contextos ou países. Após a greve das operárias russas, a 8 de Março de 1917, que marcou o início da Revolução Russa, passou a ser celebrado a 8 de Março.
A Organização das Nações
Unidas instituiu oficialmente esta data como Dia Internacional da Mulher em
1975.
https://plataformamulheres.org.pt/artigos/temas/dia-internacional-das-mulheres/
Histórias de mulheres extraordinárias...
Amor e poesia...
Sugestões de leitura...E ainda, a origem...
A história do Dia de São Valentim
remonta ao século III d.C. O Imperador romano Cláudio II proibiu os casamentos,
pois acreditava que os combatentes solteiros tinham melhor desempenho nas
batalhas.
Um bispo da época, de nome Valentim,
desrespeitou este decreto imperial, realizando casamentos. O segredo foi
descoberto e Valentim foi preso, torturado e condenado à morte.
Executado no dia 14 de fevereiro do ano
de 269, a data deu origem ao “dia dos namorados”.
Antes de morrer, porém, Valentim
conseguiu enviar e receber algumas cartas ainda na cela, o que originou a troca
de cartões, os chamados "valentines".
Segunda a lenda, enquanto estava preso,
Valentim ter-se-ia apaixonado pela filha do carcereiro que era cega e, por
milagre, a moça ficou curada da cegueira.
Uma das vozes
mais consagradas da literatura portuguesa contemporânea, autora de romances,
contos, ensaios, poesia e crónicas, Lídia Jorge, de 79 anos, é a vencedora da
edição deste ano do Prémio Pessoa.
Escrever
sobre a mulher, a guerra colonial e a memória histórica, com obras como O Dia
dos Prodígios, A Costa dos Murmúrios e Misericórdia, valeu a Lídia Jorge
diversos prémios em Portugal e no estrangeiro.
Autora de grande prestígio internacional, ocupa um lugar de
destaque na ficção portuguesa contemporânea. As suas obras estão traduzidas em
muitos países, como França, Alemanha, Holanda, Itália e Estados Unidos.
Lídia Jorge nasceu em
Boliqueime, no Algarve, e estudou em Faro, no Liceu Nacional, onde começou a
ganhar gosto pelas letras e pelo teatro.
Mais
tarde mudou-se para Lisboa e licenciou-se em Filologia Românica, foi professora
em vários pontos do país, em Angola e Moçambique. Viveu os anos mais
conturbados da Guerra Colonial em África. A passagem pelo continente africano
foi um dos grandes contributos para a sua criação literária.
Já
na década de 90 deu aulas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi
também membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social e fez parte do
Conselho Geral da Universidade do Algarve.
Em
2021, foi nomeada pelo Presidente da República para o Conselho de Estado.
Fonte: https://sicnoticias.pt/cultura/2025-12-11-video-escritora-lidia-jorge-vence-premio-pessoa-2025-ed236946
Para ler na Biblioteca Escolar:
O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto celebra-se anualmente a 27 janeiro.
Este é um dia de lembrança em nome dos milhões de vítimas provocadas pelo genocídio da Alemanha nazi sobre os judeus, ciganos, homossexuais, deficientes físicos e mentais, opositores do regime nazista, entre muitos outros, ocorrido durante a II Guerra Mundial.
Neste dia, decorrem cerimónias de homenagem a pessoas falecidas no Holocausto e o Secretário Geral da ONU transmite uma mensagem especial, entre outras iniciativas.
A data de 27 de janeiro foi escolhida para a celebração deste dia por possuir um significado especial: foi a 27 de janeiro de 1945 que teve lugar a libertação do principal campo de concentração nazi, Auschwitz, localizado na Polônia, pelas tropas da União Soviética. Atualmente, o local é aberto à visitação.
O Dia Internacional da Memória do Holocausto foi criado por ação da Assembleia Geral das Nações Unidas, pela Resolução 60/7, de 1 de dezembro de 2005.
Em Portugal, como em vários países do mundo, governos, escolas e associações judaicas realizam palestras e exposições com o objetivo de fazer com que o horror nazista não caia no esquecimento e não se repita.
Na Biblioteca Escolar podem ser requisitados os seguintes livros:
Wolfgang Amadeus Mozart foi um dos compositores mais prodigiosos e influentes da história da música ocidental, nascido a 27 de janeiro de 1756 em Salzburgo, e falecido a 5 de dezembro de 1791 em Viena, Áustria. Mozart é frequentemente considerado um dos maiores génios musicais de todos os tempos, conhecido pela sua incrível habilidade em compor em praticamente todos os géneros musicais da sua época, incluindo sinfonias, óperas, música de câmara, concertos e música sacra.
Mozart demonstrou talento musical extraordinário desde muito cedo. Começou a compor ainda criança e, sob a orientação de seu pai, Leopold Mozart, um músico e pedagogo respeitado, realizou várias tournées pela Europa, mostrando as suas habilidades como pianista e violinista prodígio. Estas viagens permitiram que Mozart fosse exposto a uma vasta gama de estilos musicais e compositores, influenciando profundamente o seu desenvolvimento artístico.
Ao longo de sua curta vida, Mozart compôs mais de 600 obras, muitas das quais
são consideradas obras-primas do repertório clássico.
Para saber mais:
Requisita o livro na Biblioteca Escolar:
Ler Camões é uma iniciativa de leitura simultânea de textos camonianos ou a partir
da sua obra a realizar no dia 23 de janeiro, das 10h30m às 12h30m.
Trata-se de uma experiência coletiva de leitura e apreciação da obra de
Camões, à escala nacional e internacional, fortalecendo o vínculo cultural com
a obra do poeta, através de uma ação sincronizada que una os alunos de todas as
faixas etárias em torno do legado camoniano.
Cada escola deverá
preparar atividades e sessões com leituras da obra camoniana que serão partilhadas
nos canais digitais da biblioteca e outros – jornais, RBE.
https://www.rbe.mec.pt/np4/ler-camoes.html
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E ainda novidades para ler: