MUNDO DOS LIVROS
Blogue da Biblioteca - Escola Básica e Secundária Dr. Manuel Ribeiro Ferreira
sábado, 29 de agosto de 2026
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
"As Viagens de Gulliver" publicado há 300 anos
O
livro “As Viagens de Gulliver”, escrito por Jonathan Swift, foi
publicado em 1726, há precisamente três séculos, tem a especificidade de poder
ser lido com prazer tanto por adultos como por crianças, sendo que existem muito
mais edições infantis do que em coleções de literatura adulta.
Originalmente
o livro intitulou-se “Viagens a diversos países remotos do mundo, em
quatro partes, por Lemuel Gulliver, a princípio cirurgião e mais tarde capitão
de vários navios” e revelou-se um romance satírico onde a história é
alimentada pelo fantástico e as lições morais subjacentes se encontram mais
ou menos à vista.
Lilliput é uma das ilhas fictícias do romance "As
Viagens de Gulliver". Swift apresentou-a como parte de um arquipélago, juntamente com a ilha de Blefuscu, algures no Oceano Índico. O livro também relata que as duas ilhas são
inimigas. Nessa ilha, a personagem principal deparou-se com a população de
pessoas minúsculas (com menos de seis polegadas de altura, cerca de 15 centímetros),
chamadas liliputeanos, que o tomaram por gigante. Posteriormente, em Brobdingnag, o
protagonista é considerado uma pequena pessoa entre gigantes.
Jonatham Swift nasceu em Dublin, na Irlanda, em 1667 tendo
sido considerado um dos maiores mestres da sátira. Foi panfletário político,
poeta e clérigo. Faleceu em 1745.
Procura na tua Biblioteca Escolar e descobre as aventuras de Gulliver:
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
domingo, 23 de agosto de 2026
Eclipse solar, um acontecimento histórico?
O eclipse total do Sol foi observado em Portugal no dia 12 de agosto deste ano. O fenómeno começou às 18h33m, atingiu o seu máximo às 19h30m e terminou às 20h23m. Durante cerca de 26 segundos, a Lua ocultou completamente o disco solar numa estreita faixa do nordeste transmontano, proporcionando um espetáculo raro em que o dia se transforma temporariamente em noite. Fora dessa faixa, o eclipse foi parcial com uma ocultação superior a 90% em praticamente todo o território continental.
Assim, a visibilidade verificada foi:
- Entre 92% a 99% - eclipse parcial profundo em todo o território continental;
- Entre 74% a 77% - nas Regiões Autónomas doa Açores e da Madeira;
- 100% - eclipse total no Parque natural de Montesinho, em Bragança.
O
último eclipse total do Sol visível a partir do território continental tinha
acontecido em 17 de abril de
1912, pelo que passaram mais de cem anos sem que um
fenómeno semelhante pudesse ser observado. Mais interessante ainda é saber que,
depois de 12 de agosto, o próximo eclipse total
visível em Portugal só ocorrerá em 2144, daqui a 118 anos. Para a esmagadora maioria dos portugueses, esta será
provavelmente a única oportunidade de assistir a um eclipse total durante a
vida.
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Camões, Engenho e Arte
A RBE divulgou este mês de julho o relatório sobre a iniciativa Camões, Engenho e Arte na sequência das Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões.
Este relatório sistematiza o trabalho desenvolvido no âmbito desta comemoração, tendo por base os dados recolhidos junto das escolas, os registos de participação, as evidências públicas disponibilizadas e a informação relativa às ações promovidas ou apoiadas pela RBE.
Constitui-se como uma leitura global da forma como as escolas tornaram Camões presente na leitura, na criação artística, na investigação, na formação docente e na vida das comunidades educativas.
Destaca-se o
balanço final do documento onde se refere:
“O balanço final é, por isso,
claramente positivo. A ação da RBE contribuiu para que Camões fosse trabalhado
nas escolas como autor maior da língua portuguesa, mas também como referência
viva, aberta a novas leituras e capaz de convocar alunos, docentes, bibliotecas
e comunidades. A comemoração deixou evidências de participação, recursos,
práticas e aprendizagens que permanecerão para além do calendário comemorativo.”
Pode ler-se aqui o documento completo.
quarta-feira, 15 de julho de 2026
segunda-feira, 13 de julho de 2026
Prémio Camões 2026
A escritora Lídia Jorge foi a vencedora do
Prémio Camões 2026, a mais alta distinção literária da língua portuguesa.
Com mais de 40 anos de uma atividade
literária reconhecida pela sua profundidade temática e intervenção cívica,
Lídia Jorge tem contribuído, para a afirmação da língua portuguesa como passaporte
para o diálogo entre culturas, a criação e a transformação.
A decisão do júri foi unânime e reconhece “o diversificado conjunto da sua obra e o grande contributo para o enriquecimento do património literário e cívico-cultural da língua portuguesa”.










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