"Era uma vez uma pequena raposa muito, muito silenciosa" que gostava de contar histórias... de inverno, de Natal... como estas que a seguir se apresentam:
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"Era uma vez uma pequena raposa muito, muito silenciosa" que gostava de contar histórias... de inverno, de Natal... como estas que a seguir se apresentam:
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Desta vez, a Hora do conto, levou aos alunos do 1º ciclo uma história de amor e resistência à adversidade intitulada "Uma lição de amor" de Carmen Garcia para assinalar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, de dezembro.
O Jaime, personagem principal da história, fica triste por não haver mais ninguém na escola em cadeira de rodas. Mas a sua colega Leonor vai mostrar-lhe que todos os meninos são diferentes à sua maneira.
Esta é uma lição de amor que os alunos ouviram com atenção, comentaram e expressaram a sua opinião sobre a situação das pessoas com deficiência e como poderiam ajudar a melhorar a sua vida. Pintaram ainda um desenho alusivo ao tema.
A 20 de novembro comemora-se um
duplo aniversário que pretende alertar e sensibilizar para os direitos das
crianças de todo o mundo: proclamação da Declaração dos Direitos da
Criança (1959) e adoção da Convenção sobre os Direitos da Criança (1989),
pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais relacionados
com todos os direitos das crianças (civis, políticos, económicos, sociais e
culturais): a não discriminação, o interesse superior da criança, a sobrevivência
e desenvolvimento e a opinião da criança.
Para que 20 de novembro seja um dia divertido com uma mensagem séria, das
crianças, pelas crianças, a UNICEF apela ao desenvolvimento de
iniciativas que deem voz às crianças, em que estas reflitam sobre os seus
direitos e expressem o seu apoio aos milhões de crianças que estão fora da
escola, desprotegidas e desenraizadas.
Leituras para o pré-escolar:
Uma raposa e um leirão brincam alegremente na floresta enquanto a estação começa a mudar. O inverno está a chegar. Em breve, o leirão deve hibernar e os amigos se separarão. À medida que a hora de dormir se aproxima, a raposa tenta manter o leirão acordado.
O sono realmente deve vir, mas não antes que os dois amigos tenham compartilhado uma última história, sabendo que estarão juntos novamente na primavera. Esta gentil história de amizade é a alegoria perfeita para o ritual da hora de dormir. E a mensagem tranquilizadora é clara: “Estarei lá para você quando acordar”.
É bom termos um nome, mas ainda mais importante é termos alguém que que goste de nós. Um gato de rua, sozinho e abandonado, passeia pela sua cidade e percebe que todos os gatos têm um nome: o gato da livraria, o gato da cafetaria, o gato que mora na esquina... Até os cães têm nome!... E as flores também... Ele é o único sem nome. Decide então partir em busca de um nome adequado para si. Numa jornada cheia de acontecimentos e múltiplos obstáculos, é surpreendido com o que realmente procurava sem saber. Porque, às vezes, quando menos se espera, a felicidade aparece.
O Halloween é uma festa comemorada a 31 de outubro.
A palavra Halloween é
uma abreviação da expressão All
Hallows' Eve pela junção das palavras hallow, que significa
"santo", e eve,
que significa "véspera", pois ocorre no dia anterior à celebração do
Dia de Todos os Santos.
A Biblioteca Escolar aderiu à festa e selecionou alguns títulos cujos títulos se adequam ao tema:
Nos Estados Unidos, Canadá
e Reino Unido, a tradição do Halloween é muito forte.
As crianças usam
fantasias e batem nas portas das casas dizendo a tradicional frase: “doce ou
travessura?” (trick or treat, em inglês). A
brincadeira consiste em pedir doces, ameaçando cometer uma travessura a quem
negar as guloseimas.
As casas e as ruas ficam decoradas com temas sombrios (bruxas,
caveiras, múmias, vampiros, fantasmas, etc.). Uma das marcas mais emblemáticas
da festa são as grandes abóboras com rosto e com velas dentro.
Anualmente, celebra-se a 16 de outubro, o Dia Mundial da Alimentação.
Em 2024, o Dia Mundial da Alimentação tem como tema “Direito aos alimentos para uma vida e um futuro melhores”, sendo assinalado em paralelo com o 79.º aniversário da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
As comemorações, organizadas pela FAO, integram diversos eventos, promovendo-se a consciencialização mundial sobre a fome, destacando a alimentação como um direito humano e estimulando ações para o futuro da alimentação, das pessoas e do planeta.
Este lema justifica a importância da abordagem da alimentação (saudável) de uma forma holística, não só sob a perspetiva da saúde, mas também dos direitos humanos, da sustentabilidade, da educação ambiental, entre outros.
É sempre de lembrar que o direito a uma alimentação digna e saudável é, sobretudo, uma questão de cidadania.
Nasceu em Itabira, a 31 de outubro de 1902 e morreu no Rio de Janeiro a 17
de agosto de 1987.
Foi um poeta, farmacêutico, contista e cronista brasileiro,
considerado por muitos o mais influente poeta brasileiro do século XX. Foi
um dos principais poetas da segunda geração do modernismo brasileiro,
embora sua obra não se restrinja a formas e temáticas de movimentos específicos.
Os temas de sua obra são vastos e empreendem desde questões existenciais,
como o sentido da vida e da morte, passando por questões quotidianas,
familiares e políticas, como o socialismo, dialogando sempre com correntes
tradicionais e contemporâneas de sua época. As características formais e
estilísticas de sua obra também são vastas, destacando-se, por vezes, o dialeto
mineiro.
Mãos dadas
Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
Para conhecer melhor Carlos Drummond de Andrade:
Outubro é o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE), uma celebração anual das bibliotecas escolares em todo o mundo, uma oportunidade para darem a conhecer o trabalho que desenvolvem e mostrarem que não são apenas um serviço, mas um centro nevrálgico vital nas escolas.
O Dia Mundial
do Animal é celebrado anualmente a 4 de outubro, data que corresponde ao dia de
São Francisco de Assis, o santo padroeiro da ecologia e dos animais. Este
dia tem como objetivo chamar a atenção para a condição e bem-estar dos
animais.
Esta
data foi criada pelo escritor e editor alemão da revista «Homem e Cão»
("Mensch und Hund") Heinrich Zimmermann e celebrado
pela primeira vez em 1925.
A
celebração do Dia Mundial dos Animal une o movimento de bem-estar animal,
mobilizando uma força global para tornar o mundo num lugar melhor para todos os
animais. É celebrado de formas diferentes em cada país, independentemente da
nacionalidade, religião, fé ou ideologia política.
O
tema deste ano é «O mundo também é a casa deles!», pretende recordar que
vivemos todos juntos nesta Terra. Quer sejam os animais de estimação que nos
fazem sorrir ou a vida selvagem que mantém a natureza em equilíbrio, os animais
são uma parte vital do nosso mundo.
Para dar início ao novo ano letivo, a equipa da Biblioteca Escolar procedeu a uma reorganização do espaço de modo a proporcionar ao seus utilizadores uma área mais funcional, aberta e de acesso fácil às diferentes valências da sala.
Existe, agora, um novo espaço de novidades, em local bem visível onde os leitores podem selecionar obras sobre assuntos vários, sobretudo novidades para empréstimo domiciliário.
Seguem-se alguns títulos acabados de entrar:
Escritora, dramaturga
e poetisa, Natália de Oliveira Correia defendeu que a intervenção política era
uma «obrigação dos poetas».
Foi jornalista do Rádio Clube Português e, no
final da Segunda Guerra Mundial, apoiou o Movimento de Unidade Democrática
(MUD). Depois da Revolução de 25 de Abril de 1974 esteve primeiro ligada ao
Partido Socialista (PS), depois ao Partido Popular Democrático (PPD) e, por
fim, ao Partido Renovador Democrático (PRD). Foi eleita deputada à Assembleia
da República, pelas listas do PPD, de 1979 a 1980 e de 1980 a 1983, e pelo PRD,
como independente, de 1987 a 1991.
Além da vasta obra literária que produziu (onde
se inclui a letra do Hino dos Açores), Natália Correia tem também o seu nome
associado a várias intervenções parlamentares nos campos da cultura, da defesa
da Mulher e dos Direitos Humanos.
Natália Correia nasceu a 13 de setembro de 2023.
Miguel Torga é o pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha, autor de uma vasta produção literária, largamente reconhecida e traduzida em várias línguas.
Nasceu em S. Martinho de Anta em 1907, a 12 de agosto. Depois de uma experiência de emigração no Brasil durante a adolescência, cursou Medicina em Coimbra, onde passou a viver e onde veio a falecer em 1995.
Foi poeta presencista numa primeira fase; a sua obra abordou temas sociais como a justiça e a liberdade, o amor, a angústia da morte, e deixou transparecer uma aliança íntima e permanente entre o homem e a terra.
Estreou-se com Ansiedade, destacando-se no domínio da poesia com Orfeu Rebelde, Cântico do Homem, bem como através de muitos poemas dispersos pelos dezasseis volumes do seu Diário; na obra de ficção distinguimos A Criação do Mundo, Bichos, Novos Contos da Montanha, entre outros.
O Diário ocupa um lugar de grande relevo na sua obra. Também como escritor dramático, publicou três obras intituladas Terra Firme, Mar e O Paraíso.
Recebeu, entre outros, o Prémio Montaigne em 1981, o Prémio Camões em 1989 e o Prémio Vida Literária (atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores) em 1992.
Veio a falecer em Coimbra em 1995.
Algumas obras de Miguel Torga:
O mar dos meus olhos
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma
Sophia de Mello Breyner Andresen, in Obra Poética
Estes são alguns dos números que foram registados na Base de Dados 2024, durante o mês de julho e refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano na Biblioteca da Escola sede:
1. Atividades executadas – 77
2. Número de documentos por utilizador - 11
3. Taxas de utilização da coleção:
renovação - 1%
empréstimo domiciliário - 16%
empréstimo presencial - 12%
empréstimo para sala de aula – 18%
empréstimo interbibliotecas - 1%
utilização da coleção - 45%
média de documentos emprestados por utilizador – 9,77
4. Presença da biblioteca na Internet:
sítio web – 547 visualizações
blogue - 50 publicações
Facebook - 26 publicações
Ao longo dos meses de maio e junho, as atividades da Hora do Conto dos mais pequenos foram dedicadas ao ambiente para sensibilizar para a importância da sua proteção.
O livro escolhido foi "Senhor Mar" de André Carrilho, uma história sempre a rimar sobre uma menina e a sua família que vão passar um dia na praia. Então, mostra a alegria de todos e deixa duas mensagens especiais:
É preciso ter cuidado com o mar, pode ser perigoso para as
crianças.
É preciso cuidar do mar, protegê-lo dos lixos e da poluição.
As crianças gostaram muito da história com sabor a férias e
souberam explicar porque temos de proteger o mar – porque tem peixes, algas,
animais marinhos, porque é bom tomar banho no mar com a água limpinha, porque
não está certo haver poluição nas praias, porque o mar faz parte da natureza e não
deve estar poluído.
E ainda houve tempo para completar um peixinho que levaram
para casa em jeito de recordação.
OS DIAS DE VERÃO
Os dias de verão vastos como um reino
Cintilantes de areia e maré lisa
Os quartos apuram seu fresco de penumbra
Irmão do lírio e da concha é nosso corpo
Tempo é de repouso e festa
O instante é completo como um fruto
Irmão do universo é nosso corpo
O destino torna-se próximo e legível
Enquanto no terraço fitamos o alto enigma familiar dos
astros
Que na sua imóvel mobilidade nos conduzem
Como se em tudo aflorasse eternidade
Justa é a forma do nosso corpo
Sophia de Mello Breyner Andresen, Obra Poética
A Biblioteca Escolar tem patente, durante o mês de junho, uma exposição de quadros concebidos e pintados pelos alunos do 11º ano sobre o tema: "O 25 de Abril e a Liberdade" e uma mostra de livros sobre Camões, vida e obra, no âmbito do 500º centenário do nascimento do autor.
O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é celebrado anualmente a 10 de junho, data da morte do poeta Luís de Camões. Este dia presta homenagem a Portugal, aos portugueses, à cultura lusófona e à presença portuguesa por todo o mundo.
O 10 de junho começou por ser um feriado municipal em Lisboa, dedicado a Camões, elevado pelo Estado Novo a feriado nacional, como o «Dia de Camões, de Portugal e da Raça». Com o 25 de abril, este dia passou a ser designado como Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portugueses.
As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas têm início, este ano, em Figueiró dos Vinhos, Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Coimbra e em Genebra, Berna e Zurique, na Suíça.
As cerimónias contam com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa e o Primeiro-Ministro, Luís Montenegro e têm início no dia 9 de junho, com a celebração de uma Missa, em Figueiró dos Vinhos, dedicada às Vítimas dos Incêndios Florestais de 2017.
Fonte: eurocid